Aqui tem mais!

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Book Fotográfico em Florianópolis


Que tal fazer um ensaio fotográfico lindo na Lagoa da Conceição com um preço super acessível?
Solicite seu orçamento: nicolenazer@gmail.com
Conheça mais no instagram: @bynicolenazer



terça-feira, 9 de junho de 2015

Voo livre



Jogam-se de um avião em movimento todos aqueles que tiram seus sonhos do papel e vão viver do que gostam. Jogam-se de um avião em movimento todos aqueles que deixam seus medos para trás em busca de novas realidades. Aqueles que abrem mão da comodidade de um avião e passam a viver em queda queda livre. Metáforas a parte, trocar a estabilidade já adquirida e começar do zero, seja lá o começo do que for, é como saltar de paraquedas. Não há mais nada que segure, que apoie, que estabilize, é queda livre. Ou você faz seus novos desafios prosperarem ou, faz!  O paraquedas tem obrigação de abrir e te manter no ar até o momento oportuno de se reestabilizar.

Os momentos iniciais são tão cheios de adrenalina, proporcionada por todas as novas sensações que parece que eles serão eternos. Os seguintes, em que todo aquele turbilhão de novas sensações se acalmou, é de vislumbramento do novo panorama em que se vive. E quando o paraquedas finalmente abre, é emoção pura. O salto deu certo. O medo de sair da comodidade foi vencido.. As incertezas foram superadas. E agora ganha-se um novo apoio até chegar a terra firme outra vez. O período de risco já ficou para trás e de agora em diante fica o gostinho de vitória. Vitória em si mesmo, ao quebrar as próprias barreiras, especialmente as que separam o medo da prosperidade.

Essa é a descrição de um salto, mas também é de um momento da vida de muitos de nós. E esse também é o meu. Deixei todas as comodidades para trás e me lancei em voo solo. Ou em bom português, parei de sonhar. Calma, eu explico. Quem sonha a vida inteira nunca irá conhecer o sabor de uma realização. Eu parei de sonhar, pois agora todas as minhas energias estão focadas em realizar. E dessa vez a realização é no setor profissional. Tenho estudado, aprendido, treinado e me qualificado para transformar o que posso chamar de paixões, em trabalho. Meu amor pela fotografia agora será compartilhado com todos aqueles que desejarem que eu registre seus instantes de emoção, beleza e felicidade. Escrever e trabalhar com casamentos, agora se tornou celebrar. Sim, celebrar casamentos, para todos aqueles que assim como eu pensam que tem o direito de ter uma cerimônia cheia de personalidade para um dos dias mais esperados das suas vidas. São muitas responsabilidades novas e muita dedicação para atingir o meu principal objetivo: a satisfação daqueles que chamarei de clientes.

Encare a sua vida como um avião em pleno voo. Use os momentos de turbulência como combustível para a coragem. E salte. Sim, se jogue deste avião em movimento que é a sua vida no momento e faça com que o paraquedas abra de qualquer jeito.
Até quando vais amarelar?

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O amor é uma loucura boa

Para os que ainda não me conhecem eu sou acadêmica de Filosofia. Mesmo sabendo das grandes limitações na área de atuação do meu curso, bem como a probabilidade em me formar em desemprego é lá que me sinto um ser humano mais rico de parte das coisas que para mim, tem real valor.

Neste semestre a cadeira de Estética tem sido minha principal fonte de delírio, ops, inspiração. E foi durante uma dessas tão inspiradoras aulas discorrendo um texto de Kant, que meu querido professor saiu com a seguinte frase:

"É preciso provar também 

porque o amor 

é uma loucura boa!"


E hoje revisitando meus arquivos fotográficos eis que encontro esta imagem que bem traduz a questão acima!


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Por novas ações



Este vídeo produzido na Thailândia é uma inpiração para ações simples, que tornam nossos dias mais especiais e que mostra que pequenas atitudes sempre fazem uma grande diferença para quem as recebe!

Dá o play!

terça-feira, 17 de março de 2015

Kimonos: como usar!


Que os kimonos viraram febre neste último verão as antenadas de plantão já sabem. A boa nova é que eles seguem como companheiro para os dias de frio ameno, agora com as mangas mais compridas. E de olho nas tendências o ateliê By Mone Moraes em Florianópolis apresenta a sua linda coleção de kimonos. As peças são lindas, feitas a mão e com estampas escolhidas a dedo. Os preços são excelente, a partir de R$70,00 você pode ter um kimono lindo para chamar de seu!

Preparadas para suspirar?






As estampas são lindas e os acabamentos com franjas ou detalhes delicados, como este da foto!



Gostou? Babou? Suspirou?

Então olha só esta novidade!
Tal mãe, Tal filha
Siiiim, kimonos para você e a sua pequena com a mesma estampa! E o mais incrível, a média de preço para os dois kimonos é de R$130,00!!!

Como fazer para comprar? Entra aqui, na página da By Mone Moraes no face ou segue as dicas abaixo!




Aqui tem um painel cheio de inspirações de looks com kimonos que as meninas da By MM fizeram para inspirar suas clientes!

quinta-feira, 12 de março de 2015

Curiosidades na França

Sobre praia na França e diálogos com um francês


Em setembro de 2014 estive de passagem pelo norte da França, mais precisamente em La Havre na região de Normandie. Estava curiosa para descobrir alguma coisa do país no curto espaço de tempo que teria para conhecer o que quer que fosse. Estava um dia lindo, quente e ensolarado.

Le Havre é ali naquele pontinho vermelho e na frente já é a Inglaterra!
Acompanhada de uma amiga decidimos ir para a praia. Passamos em um supermercado para comprarmos espumantes, afinal, estávamos na frança e alguns petiscos para um pic-nic a beira mar. No super nada de espumantes gelados para a viagem. (mas em compensação a nutella estava baratíssima e ainda tinha uma versão inédita de Lindt recheado com créme brulee. Ops, abafa).

A gente sempre acha alguma delicinha extra no caminho!
Meio frustradas com a falta de ingredientes para o nosso pic-nic dos sonhos fomos para a praia dispostas a consumir as delícias que estivessem sendo vendidas por lá mesmo. Porém, chegando na praia. Cadê a areia? Cadê os guarda sóis? Cadê os corpinhos magros e brancos em trajes de banho?
No lugar de tudo o que vemos nas praias brasileiras haviam cabaninhas para subtituir os guarda sóis, senhoras de maiô e o que mais me impressionou: não havia areia, mas sim pedras. Sim, pedras na beira na praia, impossível colocar o pé na areia.

Quedeeeelhe a areiaaa? E essas cabaninhas permanentes na beira da praia? É muito exotismo pro meu gosto!

Já para comer, haviam muitas opções de restaurantes, bares, sorveterias e delicinhas afins, sempre com aquele atendimento nada cordial, tipicamente francês.

Apesar de tudo ter se saído diferente do esperado o dia estava lindo. Não há como não estar feliz no sol!

Resumo do nosso passeio: nada de pic-nic, nada de pé na areia, nada com cara de praia, além do sol e do calor!

                                __________________________________________________

Alguns meses depois, já de volta ao Brasil, conhecí o Tomás. Um francês muito do simpático, o que é raro na frança, que morou um ano em São Paulo e estava de passagem por Floripa durante sua viagem de bike pelo sul do Brasil. Contei a ele sobre minha passagem a França e tivemos o seguinte diálogo:

Eu: - Conhecí Le Havre, foi a praia mais esquisita que já tive na vida. Não tem areia, as pessoas ficam vestidas e acomodadas em cabaninhas construídas na beira na praia.

Ele, as gargalhadas: - Como você quer ir a praia em Le Havre se lá faz frio e chuva o ano inteiro? As pessoas ficam nas cabanas para se proteger do mau tempo típico da região.

Eu: - Não faz não, quando fui estava quente e tinha um super sol.

Ele: - Faz praticamente uma semana de sol por lá. Você deu muita sorte, pois a Normandie fica próxima a Inglaterra e lá é tão cinza e fria quando a vizinha da frente.

Eu (a essa altura já me achando sortuda): - Então tudo faz sentido, pois eu não estava entendendo qual a moral de ter cabanas em um lugar que as pessoas vão para tomar sol.

Ele: - Você é a primeira pessoa não francesa que conheço que foi a Le Havre. Niguém vai pra lá, todos vão para Paris ou cidades mais turísticas. Aliás, por que os brasileiros gostam tanto de Paris? Qual é a graça que vocês tanto veem lá?

Eu: - Ainda não conheço París e, confesso que é uma cidade que está longe de encabeçar a minha lista de desejos. Mas acredito que seja uma cidade com um bom marketing, pois 50% dos viajantes brasileiros já foram, ou sonham em ir para lá.

                               ___________________________________________________

Mudando de assunto, mas ainda conversando com Tomás...

Ele: - Tenho muita vontade de comer mousse de maRRacujá. É uma das coisas do Brasil que mais sinto falta!

Eu (considerando que mousse de maracujá é a coisa mais fácil do mundo de ser feita, não entendi porque ele não comeria na França): Ah, não é comum leite condensado fora do Brasil, né?

Ele: - Leite condensado não é comum mesmo, mas se acha. O problema é que na França praticamente não existe maRRacujá!

Eu: - Gargalheeei! Realmente, em termos de produção de frutas o Brasil é campeão!