quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Elegância é...
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Acorda para a vida!
2013 sem dúvida é um ano de grandes acontecimentos. Elegi o 13 como meu número de sorte, e ele me dá a intuição de grandes mudanças. Pensando nisso decidi fazer um diário para anotar todos os dias a coisa mais bacana do meu dia, para tornar meus sentidos mais sensíveis as pequenas mudanças do cotidiano que muitas vezes passam despercebidas. Também tive a ideia de compartilhar essa iniciativa com todos a minha volta. (vocês estão fazendo, né?)
Ontem estava fazendo uma retrospectiva dos últimos 30 dias e comprovei que janeiro já mostrou para que veio. O único dia que não teve a coisa mais legal do dia foi 27/1 que o coraçãozinho ficou apertado e todas as outras partes de mim sensíveis, em relação a fatalidade em Santa Maria seguida da de Porto Alegre. Em 27/11 não identifiquei a coisa mais colorida, alegre e divertida do dia. Mas acredito que nada, ABSOLUTAMENTE NADA na vida acontece sem um lado B. Se o lado A mostrou a passagem coletiva de centenas de jovens para o outro plano, deixando não só centenas de famílias abaladas e milhares de brasileiros em luto, além do mundo inteiro em choque. O lado B abriu na marra em cada um de nós a porta que pouco abrimos. A porta em que na correria de nosso dia a dia não é aberta por falta de tempo ou prioridade. A porta de dá acesso a parte mais nobre de nós, lá onde habita o amor, a fé, a solidariedade, a caridade, a benevolência e o poder de reflexão.
Em meus vinte e poucos anos de existência nunca havia presenciado tanta, mas taaanta manifestação de solidariedade. O céu ganhou uma constelação de duzentas e poucas estrelas, e o nosso país, e porque não o mundo? Ganhou milhares de pessoas mais atentas a vida, de coração aberto e reflexivas sobre o que de fato tem valor. Impossível ficar indiferente. Aquele velho clichê, "a gente só aprende a dar valor depois que perde" se mostrou mais uma vez real.
Em meus vinte e poucos anos de existência nunca havia presenciado tanta, mas taaanta manifestação de solidariedade. O céu ganhou uma constelação de duzentas e poucas estrelas, e o nosso país, e porque não o mundo? Ganhou milhares de pessoas mais atentas a vida, de coração aberto e reflexivas sobre o que de fato tem valor. Impossível ficar indiferente. Aquele velho clichê, "a gente só aprende a dar valor depois que perde" se mostrou mais uma vez real.
É curioso o fato de sabermos que a morte é o único fato consumado da vida e mesmo assim temermos por ela. A morte não é dolorosa. Doloroso mesmo é o apego as coisas terrenas, a falta de fé, a não aceitação, o sobreviver e a limitação de ver só o sofrimento e não os ensinamentos que ele traz.
A morte não é dor, é o cumprimento de uma missão e uma passagem de evolução. Há coisas na vida que estão acima das limitações do nosso entendimento.
Infelizmente é preciso uma tragédia para acordarmos para a vida real. Para ver o quão frágil é a nossa espécie e o quão limitados ainda somos. É para fazer rever os nossos valores e principalmente as nossas atitudes. É para despertar a nossa fé. Nossa coragem de agir. Nosso poder de fazer a diferença. Espero também que sirva para que acordemos os sentimentos que parecem adormecidos, como por exemplo o amor ao próximo, em forma de doação, de caridade, de carinho e de respeito.
O que tenho visto da vida, não são tragédias e sim, seres humanos aprendendo pelo pior caminho o que é de fato humano.
Oremos pelo conforto e aceitação de que vai e de quem fica. E acordemos mais do que nunca para a vida!
sábado, 26 de janeiro de 2013
Batman e Robin
Agora é 1 hora da manhã, ele levantou para ir ao banheiro, me viu acordada na sala assistindo um filme e tecendo outras ideias. Preocupado com a hora disse:
"Vai te deitar!" (isso é o que costumamos dizer para os cães encrenqueiros)
Eu ri, levantei e o acomodei novamente em sua cama, como faço todas as noites.
Há vinte e poucos anos ouço diariamente os mesmos conselhos, como por exemplo: "Não anda de pé descalço. Lavou as mãos?"
Acho que foi de tanto ouvir esta pergunta que criei o hábito de lavá-las constantemente.
Ele continua dizendo para voltar cedo. E quando isso acontece ele me recepciona com um sorriso feliz e sincero. Quando não chego na hora esperada ele diz que estou atrasada. Detesto me sentir controlada, mas, no caso dele, esse controle do tempo nas entrelinhas me diz: "gosto de te ter por perto".
Temos os mesmos gostos por frutas e doces. Nossos lanches são sempre compartilhados com sucos, batidas que ele apelidou de "vaso de salud", chocolates e outras delicias de apreço em comum. Ele é o melhor cobaia para meus experimentos gastronômicos. E ao final de cada degustação diz: Muy esquizito!
Somos parecidos na personalidade também. Rimos muito juntos e tento sempre trazer a ele um pouco das tantas coisas que acontecem em meu dia, enquanto ele, contempla uma rotina mais pacata. Ele é pra lá de espirituoso. É tão bem humorado que até nos raros momentos que está de mau humor consegue ser engraçado. Tem um coração mole. De dinheiro a sentimentos, nada ele poupa. Aprecia as coisas que gosta diariamente, como uma taça de espumante antes do almoço e um bom licor, na sobremesa.
A música é que entra em controvérsia. Seus zambas, tangos, cumbias e boleros são sofridos demais. Mas foi ele que com muita paciência me ensinou palavra por palavra da letra de El Dia Que Me Quieras. Foi ele também que fez a trilha sonora da minha infância ao me apresentar o Carequinha.
Ao esticar as mãos ele vem ao meu encontro, e de mãos dadas somos um pilar. As diferenças de gerações e as limitações, de ambos, são o melhor exercício para a paciência e o caminho para o altruismo.
Tem coisas que ao lado dele se repetem diariamente. Isso me dá a certeza de que por mais que o tempo passe e por mais mulher que eu tenha me tornado, para ele sempre serei uma guriazinha e ele, por mais que o tempo passe, sempre será meu único herói! Me sinto nobre ao lado dele!
Ainda não conheço o prazer de ter netos. Mas com muito amor e prazer, a sua existência me faz descobrir o que é ser um deles!
Te amo Batman!
PS:
Desde sempre somos uma dupla dinâmica, mas foi em outubro de 2011, no velório de minha avó que eu reforcei a força de nossa dualidade e usei Batman e Robin como exemplo. No mês seguinte em seu aniversário, sem muito dinheiro para comprar um presente que pudesse surpreendê-lo, mas como sempre, com imaginação de sobra, tive a ideia de providenciar o que ficou registrado no vídeo abaixo. Dá o play ai!
"Vai te deitar!" (isso é o que costumamos dizer para os cães encrenqueiros)
Eu ri, levantei e o acomodei novamente em sua cama, como faço todas as noites.
Há vinte e poucos anos ouço diariamente os mesmos conselhos, como por exemplo: "Não anda de pé descalço. Lavou as mãos?"
Acho que foi de tanto ouvir esta pergunta que criei o hábito de lavá-las constantemente.
Ele continua dizendo para voltar cedo. E quando isso acontece ele me recepciona com um sorriso feliz e sincero. Quando não chego na hora esperada ele diz que estou atrasada. Detesto me sentir controlada, mas, no caso dele, esse controle do tempo nas entrelinhas me diz: "gosto de te ter por perto".
Temos os mesmos gostos por frutas e doces. Nossos lanches são sempre compartilhados com sucos, batidas que ele apelidou de "vaso de salud", chocolates e outras delicias de apreço em comum. Ele é o melhor cobaia para meus experimentos gastronômicos. E ao final de cada degustação diz: Muy esquizito!
Somos parecidos na personalidade também. Rimos muito juntos e tento sempre trazer a ele um pouco das tantas coisas que acontecem em meu dia, enquanto ele, contempla uma rotina mais pacata. Ele é pra lá de espirituoso. É tão bem humorado que até nos raros momentos que está de mau humor consegue ser engraçado. Tem um coração mole. De dinheiro a sentimentos, nada ele poupa. Aprecia as coisas que gosta diariamente, como uma taça de espumante antes do almoço e um bom licor, na sobremesa.
A música é que entra em controvérsia. Seus zambas, tangos, cumbias e boleros são sofridos demais. Mas foi ele que com muita paciência me ensinou palavra por palavra da letra de El Dia Que Me Quieras. Foi ele também que fez a trilha sonora da minha infância ao me apresentar o Carequinha.
Ao esticar as mãos ele vem ao meu encontro, e de mãos dadas somos um pilar. As diferenças de gerações e as limitações, de ambos, são o melhor exercício para a paciência e o caminho para o altruismo.
Tem coisas que ao lado dele se repetem diariamente. Isso me dá a certeza de que por mais que o tempo passe e por mais mulher que eu tenha me tornado, para ele sempre serei uma guriazinha e ele, por mais que o tempo passe, sempre será meu único herói! Me sinto nobre ao lado dele!
Ainda não conheço o prazer de ter netos. Mas com muito amor e prazer, a sua existência me faz descobrir o que é ser um deles!
Te amo Batman!
PS:
Desde sempre somos uma dupla dinâmica, mas foi em outubro de 2011, no velório de minha avó que eu reforcei a força de nossa dualidade e usei Batman e Robin como exemplo. No mês seguinte em seu aniversário, sem muito dinheiro para comprar um presente que pudesse surpreendê-lo, mas como sempre, com imaginação de sobra, tive a ideia de providenciar o que ficou registrado no vídeo abaixo. Dá o play ai!
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Diferenciado
Há um termo que não gosto, diferenciado. Há coisas e pessoas que não precisam de rótulos, elas já são um painel de informações que mostram para o que servem e para que vieram.
Chega a um estágio que o que é diferenciado de fato não se esforça para ser diferenciado e tampouco usa este termo para se definir. A diferença se mostra visível através do conjunto de características e valores pouco comuns, próprios de quem de fato se diferencia!
Chega a um estágio que o que é diferenciado de fato não se esforça para ser diferenciado e tampouco usa este termo para se definir. A diferença se mostra visível através do conjunto de características e valores pouco comuns, próprios de quem de fato se diferencia!
No lugar do termo que dá título a esta "pausa pra reflexão" eu usaria, singular, único e ímpar!
Conselhos...
Respostas funcionais para conselhos que não funcionam!
- Bola pra frente -
Ok, vou lembrar disso se algum dia eu virar tenista e chegar a uma final em Rolland Garros.
- Faz o que teu coração mandar -
Farei o dia em que eu falar a língua do tum.
- Ele (a) não te merece -
Isso eu já pude perceber, afinal, fatos comprovam.
- O mundo da voltas e amanhã é outro dia -
Diga-me algo que eu ainda não saiba.
- O que é teu tá guardado -
Não seria escondido?
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Importação Chinesa
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