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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Dicas para uma Selfie top



Se todas vez que você ouve falar em selfie fica sem saber do que se trata, relaxa. Selfie não é nada mais que o bom e velho auto retrato. Vamos as dicas fatais para uma selfie top:

1° SEJA CRIATIVO fotos em frente ao espelho, mostrando os atributos físicos todo mundo já conhece e tira. Seja original, capriche nos cenários, na cara, se todo mundo aposta no make e no decote, aposte da descontração.

2° Cuidado com o braço esticado no primeiro plano. Lembre-se que a selfie é pra mostrar você e não seus membros superiores. CONTE COM A AJUDA DO TEMPORIZADOR na hora de tirar a foto, assim o braço fica onde tem que ficar.

3° CAPRICHE NO CENÁRIO. Você não precisa morar em uma casa parecida com os cenários das novelas da globo, mas tomar cuidado para não aparecer o varal no fundo, não tirar foto em frente a geladeira ou outros cenários do tipo "ê lá em casa" vão valorizar muito a foto. Uma parede neutra ou ao ar livre ajudam muito.

4° ABUSE DA LUZ DO DIA. Afinal, quem não fica lindo sob o sol? Se tiver um cenário de fundo como campo, mar, dunas, jardim, melhor ainda.

5° Se a foto ficou linda, mas a luz não ajudou, é hora de escolher um FILTRO. O Phototreats é um dos melhores e mais ricos em filtros e opções de efeitos.

Gostou? Agora chega de dicas, capriche nas selfies!

quarta-feira, 16 de abril de 2014

As maiores saias justas ao redor do mundo!


Não basta abrir mão de tudo em terra, compartilhar uma cabine minúscula com mais 3 pessoas, trabalhar muitas horas por dia, administrar as dores no corpo e a saudade. Você ainda vai passar por muitas saias justas fora do barco. Selecionei as minhas 3.

1º Compras frustradas na Turquia
Quando recebi meu primeiro salário estava ávida por comprinhas. Então um dia, desci com as colegas em Izmir, na Turquia, uma cidade portuária, com um ótimo comércio. Sai com pouco mais de cem euros, uma nota inteira e alguns trocados. Entramos em uma loja fast fashion, tipo uma prima turca da C&A. Escolhi um vestido e algumas daquelas peças que não preciso, mas gostei e vou levar, do tipo acessórios, meias e zas. Quando chegamos ao caixa, a primeira colega passou suas compras, e o moço do caixa usou aquela caneta que identifica notas falsas, se a caneta riscar na nota é porque a nota não é confiável. E a bendita riscou nas notas dela, mas ela, prevenida tinha mais dinheiro e conseguiu pagar suas compras. Quando chegou a minha vez, estava tranquila, afinal, o dinheiro novinho que eu acabara de receber a bordo, com certeza, era confiável. Mas me enganei, o brutamontes pegou meus suados cem euros e tascou a caneta, fez um risco amarelo na minha nota e perguntou se eu tinha outra. Eu disse que não. Ele disse que aquela nota ele não aceitava. Eu perguntei então, como faria para pagar. Ele disse que sentia muito, mas que como meu dinheiro não era confiável eu não poderia comprar. O queeee???? Cooooomo assim?
Falei todos os palavrões, não, quase todos. Poupei os de baixo calão, como sempre. E o que mais me indignava é que eu estava dando uma lição de moral e gastando meus seletos palavrões e o infeliz do turco não estava entendendo absolutamente nada.
No meio desta confusão toda, entra na loja a minha Best Friend on board e diz:
"- Niqui, tem uma loja linda aqui na frente, cê vai enlouquecer!"
Resumo, entramos na loja, fomos atendidas pelos proprietários, que eram os únicos que tinham uma leve noção de inglês. Fomos tratadas que nem princesas. Naquele dia voltei para o barco cem euros mais pobre, e com a mala muito mais cheia, de roupas lindas, por preços que se contar, nem eu acredito.


2º Buenos Aires, 50º!

No nosso primeiro porto em Buenos Aires, estava um calor absurdo. Me sentí queimando no mármore do inferno ao dar um rolé na calle Florida. Na ida, minha best friend on board e eu pegamos um taxi honesto. Na volta o tempo estava curto, fomos em busca de um taxi, e eu que já conheço os taxistas da capital porteña de outros carnavais já estava preparada para algum golpe. Um deles queria nos cobrar 500 pesos, para andar 5 minutos. Oi? O outro, simplesmente arrancou o carro a hora em que perguntei se ele "prendia o taxímetro". Resumo, do final da Florida até o porto não era longe. Era só um caminho curto, porém desconhecido, em uma zona portuária, sob um sol que deixava o asfalto mais quente que chapa de xis. Fomos caminhando, caminhando, caminhando. E o tempo para chegar ao trabalho cada vez mais curto, até que tivemos a brilhante ideia de correr. Claro! Sair correndo, atravessando a rua no meio de caminhões, afinal, zona portuária. E o sol cozinhando todas as partes da nossa pele em que a roupa não cobria. Quando chegamos a cabine nos deparamos com a cor das nossas peles. Era um vermelho de gringo que passa o dia em copacabana sem protetor solar. Na cabine tomamos uma ducha, afinal e subimos para trabalhar uns 5 minutos atrasadas. Porém exaustas e com a pele cor de pimentão que  foi motivo de gargalhadas dos colegas. Naquele dia fomos carinhosamente chamadas de "well done", (carne bem passada) pelos colegas.



3º  O capuccino mais caro do mundo

Em Gibraltar, uma ilha no mediterrâneo que pertence a Inglaterra, era a minha última parada antes do desembarque. E, como eu já sabia que teria muitas horas de espera nos aeroportos, precisava de um lugar com internet para configurar meu computador. Só que a cidadezinha foi ficando deserta, as pessoas iam sumindo da rua, os bares e restaurantes fechando, e encontrar um local com internet foi ficando cada vez mais difícil. Restou só um pub, que acabou sendo o bar dos tripulantes. E lá havia o que eu precisava: wifi. Para não ficar chato, me infiltrar no meio da galera, colocar a senha da internet e depois sair sem consumir nada, eu pedi um capuccino, desses comuns. Capuccino, mesa a meia luz e computador, clima perfeito, para o namorado ficar com ciúmes, do computador, é claro. Usei a leeenta internet e consegui fazer parte do que eu queria. Na hora de ir embora, fui pagar e, adivinha? Cinco libras!!! O que? Cinco libras por um capuccino? Isso são 20 reais, por uma taça média, um namorado emburrado e meia hora de internet a lenha. O problema maior não é pagar 5 libras e sim, se sentir refém da falta de opção.

Dias depois, meu namorado encontrou uma moedinha no chão da cabine, e eu já havia guardado tantas moedinhas de tantos lugares que, já estava com medo que por conta delas eu corria o risco de pagar excesso de bagagem e, nem dei bola. Quando ele disse: "Ó, é uma libra!" Dei um pulo, na terra da rainha, uma libra vale um capuccino da minha terra. Passa essa moedinha pra cá.



segunda-feira, 14 de abril de 2014

A parte do Rio em que ele continua lindo



Neste último verão estive no Rio de Janeiro pelo menos umas 10 vezes. A maioria das chegadas ao Rio eram pela manhã, tão cedo que nem o sol havia nascido ainda. O sol, chegava junto conosco e acordar antes das 6hs da manhã para presenciar este espetáculo estava valendo a pena. A cidade começava a revelar sua silhueta, de morros, prédios e praias e ao fundo todos os tons do amanhecer. Meo deos mas que cidade linda!

 Mas, como o tempo de tripulante é curto, meus passeios eram aos arredores do porto e do centro da cidade. Me batia uma sincera ansiedade de ir mais longe e descobrir aquela parte do Rio que inspirava canções de Tom e Vinícius.
Na virada do ano, em alto mar presenciamos a queima de fogos em Copacabana, que sem dúvida foi um momento, UAU!  Em um domingo de sol, meu namorado e eu tomamos um táxi e fomos para o famoso posto 9, em Ipanema. Meo deos, que praia mais lotada! Relax não se encontra por lá. O metro quadrado na areia é disputado, não só por quem quer um lugar ao sol para repor a vitamina D, já que bronzeado, no meu caso estava muito difícil. Mas também por aqueles que querem vender alimentos, suvenir e bebidas para quem está na areia e mais, os que querem concorrer com os que estão vendendo. Ou seja, caos total. A água do mar bem que estava agradável, o bixcoito globo  bem que estava gostoso e o côco, geladinho. Mas muvuca, não é a minha praia.

As semanas iam passando e minhas oportunidades de ir mais longe ficando cada vez mais difíceis.  Queria conhecer a floresta da Tijuca, Santa Tereza, o Pão de Açúcar e claro, o Redentor. Eis que na nossa última ida a cidade, apareceu uma oportunidade imperdível. Tratava-se de uma excursão ao Cristo, especial para tripulantes e com um preço inacreditável.
E claro, eu não poderia deixar de aproveitar. Não sou muito adepta de excursões. Gosto de me perder pelo caminho, e com hora marcada e guia acompanhando os momentos a sós comigo mesma ficam impraticáveis. Mas era pegar ou largar. No dia marcado eu estava lá, pronta para cruzar mais uma fronteira. Subi no ônibus, escutei todas as histórias contadas pela guia e embarquei no trem vermelho junto com gente do mundo inteiro. Passeamos pela floresta e quando chegamos lá em cima, uau! Ele estava lá, entre nuvens e raios de sol. O Redentor, de braços abertos a nos receber. Que sensação maravilhosa. Me senti feliz da vida, não sabia se contemplava ele ou, a vida que havia lá em baixo com aquela vista de 360° da cidade. Momento memorável. O Rio de janeiro já havia me mostrado seu morador mais ilustre, ou o morador ilustre é que havia me apresentado sua cidade maravilhosa.

Fui embora de volta para o barco com aquela deliciosa sensação de fronteira cruzada e com a certeza de que Tom e Vinicius não haviam exagerado, o Rio, realmente é lindo.




quarta-feira, 5 de março de 2014

Caso de amor com a Viagem e Turismo

Estava aqui, com uma saudade de mim. Daquelas minhas versões rotineiras, com minhas músicas, meus cenários, sabores, filmes, leituras e inspirações. Foi quando abri a gaveta e dei de cara com uma coisa que sempre faz com que me sinta em casa.

Nossa relação nasceu a mais de cinco anos. Na verdade, é mais, é tanto tempo que nem sei precisar. Todos os meses quando ela chegava a minha porta era como se estivesse recebendo um combustível para os sonhos que realizaria um dia. E durante muitas e muitas edições, passeando entre suas páginas eu me perguntava: até quando eu vou só sonhar?

Eis que em maio de 2013 eu decidi não só sonhar. Na falta de algo muito importante para realizar meus insaciáveis desejos de viajar, me tornei tripulante de um navio. E depois de 5 meses, entre muitos portos e incontáveis horas de trabalho, meu currículo de viagens já tem 7 países e 3 continentes. E agora além de tudo ainda tenho o que me faltava para continuar viajando. Minha biografia ganhou histórias na Grécia, na Turquia, Espanha, Malta, Itália e muitos outros lugares que só conhecia por fotografia.

Hoje estou aqui no subsolo do navio, contando os dias para as férias, mas cheia de tantas outras histórias de lugares para contar. Estou aqui pensando em uma forma de fazer minhas verdinhas se multiplicarem para que eu possa ir cada vez mais longe. E essa energia foi renovada e multiplicada, pois estou com a penúltima edição em mãos da minha companheira de realizações. Viagem e Turismo, de todas as fronteiras que cruzei, nenhuma foi mais prazerosa que as que separam os sonhos da realidade, e você, faz parte disso!

domingo, 26 de janeiro de 2014

Sensação de tênis novo!



Foi no meu aniversário de oito, ou talvez de nove anos, onde pela primeira vez senti essa sensação. Na época o Ortopé Light, o “tênis da luzinha” havia acabado de ser lançado e, como qualquer outra criança eu sonhava com o meu par.  Mas so-nha-va a ponto de chamar a família na sala para assistir o comercial ou fazer meu avô parar o seu potente Fiat 147 quando meu radar enxergasse um par pelas vitrines da cidade.
Conhecendo minha família e suas condições financeiras esperava ganhar uma versão genérica do original, que na época se chamava Pop. Não tinha o glamour de um Ortopé, mas tinha a tal luzinha, o grande furor da época.  Mas não, meu padrinho me surpreendeu com um lindo par dos originais. Era uma botinha branca com detalhes berinjela, em uma época da minha vida em que eu não fazia ideia do que era berinjela. Mas se berinjela é um legume, por que diz na caixa do meu tênis¿ Na hora em que abri aquele pacote e vi a estampa da caixa tirei meus chinelos novos com tiras roxas e solado verde que usava em meu aniversário para calçar meus inéditos tênis da luzinha. E para mim caminhar sem ficar olhando para os pés se tornou um grande desafio. Era como se meus pés brilhassem, e realmente, brilhavam, a luz vermelha que contornava o solado transparente não me deixava passar despercebida. A sensação de tênis novo só se sente na primeira vez em que usamos o tênis. Só se sente enquanto e novo e principalmente, só se sente enquanto é branco. Sim, após o uso, você pode até lavar, esfregar, colocar de molho no Vanish Poder O2, na Q-boa ou no que você tiver em casa para deixar o branco mais branco. Mas o branco do tênis só se é realmente branco quando é novo. Após ele busca algum outro tom nos 50 tons de branco que devem haver pelo mundo.

Minha segunda sensação de tênis novo foi no inicio da adolescência, onde depois de muitos, mas muitos meses de muuuuito namoro nas vitrines eu finalmente ganhei o objeto de desejo. Tratava-se de um Redtag, aquele que tinha duas benditas tiras de velcro. E quem nos anos 90 não teve um daqueles¿ Os originais da época era os da Reebok, haviam de várias cores, do pretinho básico ao exótico amarelo queimado. Mas o meu foi a versão genérica e preto. Não reluziam como os brancos com berinjela que ganhei na infância, mas foram os tênis mais suados que já ganhei na vida. Lembro que de taaaanto usar eles foram se desmanchando e eu passavam nuget toda a semana para que ele não ficasse com uma cara tão velhinha. Não teve jeito, eu usei até eles literalmente se desmancharem.

Após esses dois fatos marcantes, todos os outros tênis que usei na vida duraram muito. Atualmente compro um tênis novo porque os meus antigos já estão comigo a séculos. E foi isso que aconteceu essa semana. Comprei um lindo par de adidas, em um tom de verde água, exótico e pouco discreto, para substituir o par de Nike cor-de -telha que tem sido meu companheiro de praia e caminhadas nos últimos 4 anos. Estava louca para estreá-los, abria a caixa e ficava namorando eles e ensaiava desfiles na minúscula cabine do navio em que moro atualmente. E aproveitando que eles ainda estavam com o solado novo quase dormi com eles. No dia da estreia fazia um calor de 40 graus e mesmo assim, sai com eles. Na rua só se transitavam pessoas de sandálias e chinelos. Mas quem tem tênis novo não está preocupado com essas coisas. Quem tem tênis novo quer mais é calça-los, sentir o conforto e sair por ai namorando o reflexo dos seus pés em todas as vitrines e espelhos por onde passa. Tênis novo é que nem namorado novo, a gente paquera, paquera e depois que finalmente conquista quer mais é exibir.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Cruzando fronteiras

Todos os meses quando no conforto do meu lar chegava minha revista favorita que sempre estampava as paisagens e destinos mais lindo do mundo eu me fazia a mesma pergunta: até quando eu vou só sonhar?
Foi neste ano, que por coincidência o ano que traz meu número da sorte. Que finalmente encontrei a resposta. Hora de realizar, não estou só sonhando. Entrei de gaiata no navio e não foi pelo cano. Trabalho muuuito. Como nunca trabalhei na vida. Se eu contar que limpo, varro, atendo em 3 idiomas, sirvo, carrego bandejas pesadas, equilibro pratos, limpo taças, e outras maravilhas que ninguém (inclusive eu) acreditaria. Mas acredite, o trabalho é duro e eu descobri que não sou mole. Em nenhum momento eu me senti menos ou humilhada pelo trabalho. Pelo contrário, parece que quando trabalhar em restaurante, seja servindo ou recolhendo caquinhas e farelos, é um bom exercício de humildade. 

Em contrapartida comprovei que o mediterrâneo é tão azul quanto nas fotos. Santorini ao vivo levou todos os meus suspiros. A Acrópole tem uma energia inerrável, especialmente para uma acadêmica de filosofia. Malta é de fato onde quero fazer meu intercâmbio, pude comprovar isso no tour de duas horas onde tive um panorama sobre o país. A Italia tem um gelatto deliciooooso, que só aumentou a minha lista de motivos para voltar. E se eu tivesse cruzado o estreito de Bósforo poderia ter dito que já fui a Asia, mas minha Istambul ficou só no lado europeu. Negociar com um turco de fato é uma tarefa árdua. Mas gastei mais saliva do que liras. O suco de romã fresco que se toma nas ruas da Turquia fica ainda mais gostoso de adicionar um pouco de água. Os gregos não são chamados de deuses por acaso. Os calamaritos da Espanha vão morar eternamente na memória do meu paladar. Os camelinhos da Tunisia que me esperem para que na próxima vez eu possa dar uma voltinha. Buenos Aires é mais quente que eu lembrava e os archentinos continuam combinando calça caqui com camisa azul. Lisboa é a cidade mais linda que estive nesses dias. Ah, e de fato, não coma o pastel de Belém frio, quentinho e feito na hora é muuuito melhor. Meu inglês a la "the books on the table" passou a ser um pouco menos vergonhoso, mas ainda está longe do ideal que desejo. 

De todas as versões de mim que encontrei nos últimos tempos ainda não descobri qual foi a melhor, continuo me colocando a prova. Me sinto destemida. Especialmente agora que navegamos em águas brasileiras que teoricamente temos órgãos que nos protegem. De todas as fronteiras que atravessei nenhuma foi mais satisfatória do que a que separa o sonho da realidade. A coragem e a atitude foram as melhores conselheiras que tive neste ano. E se parece que falta um pouco de romance nesta história, o jejum de 8 anos e 5 meses de singularidades foi quebrado. Romance era tudo o que eu não queria quando iniciei esta nova jornada. Hoje vejo que nem tudo é o que queremos, as vezes é simplesmente o que merecemos. E não poderia ser melhor!

Estou encerrando não só um ano, mas também um ciclo. Talvez 2013 tenha sido o melhor ano da minha vida. Foi o ano que me abri para realizar. Me tirei do papel e por consequência tive tudo o que mereci. 
Estou caminhando rumo a 2014. Rumo a continuidade e ao encontro de todas as fronteiras que separam os sonhos da realidade. 

E se eu puder dar só um conselho: realize-se!